Hoje, diz 29 de Outubro de 2010, e passados três meses (menos dois dias) do final do meu estágio, eis que o relatório Ainda cá não canta.
(31 de Julho de 2010)
"Vai voltar à cidade daqui a 15 dias não é? Então depois envie-me um e-mail para o vir buscar."
(16 de Agosto de 2010)
"Conforme combinámos eu já estou na cidade, diga-me por favor qualquer informação adicional de que necessite."
"Preciso dos tipos de pressupostos que pretendes avaliados." (Ah! Boa!)
(19 de Agosto de 2010)
"Então aqui vão os pressupostos"
(26 de Agosto de 2010)
"Espero que tenha recebido o meu email,vou ter que voltar para Lisboa e tinha alguma urgência em receber o relatório."
"Ainda não o fiz, tenho tido muito trabalho. E se te enviasse por e-mail?" (Ah sim sim, depois o senhor empregador que se segue vai acreditar mesmo que um relatório não autenticado é ele próprio autêntico)
"Por mim não tem problema, mas precisava que viesse autenticado, pelo menos assinado."
(27 de Agosto de 2010)
"Não o tenho pronto na segunda, enviamos por correio."
"Por mim pode ser, então aqui vai a minha morada." (e que seja o que Deus quiser)
(24 de Setembro de 2010)
"Desculpe incomodar mais uma vez, mas tinha alguma urgência no relatório, estou no último ano e tenho que actualizar o meu currículo."
(11 de Outubro de 2010)
"Bom dia, peço desculpa pela demora, só preciso de alguns dados seus." (Demora? Que demora!?)
"E cá vão os dados!"
"E cá vai o relatório, veja se esta tudo bem e amanhã imprimo, carimbo e envio por correio." (Claro que está tudo bem, sugeria uma mudança na nota, mas eu fico contente com esta!)
(28 de Outubro de 2010)
"O relatório ainda não chegou e já passou algum tempo. Eu sábado vou aí e levo o que me enviou por e-mail para só ter que assinar e carimbar."
(Sem Resposta)
Agora coloca-se a questão. E sábado, vou lá? Vou sim senhor, nem que seja só para ver as vistas e apanhar com mais uma tampa.
A chefe não precisa daquilo para nada, não tem incentivos directos para o fazer. Só que eu preciso daquilo, preciso mesmo. É uma boa nota, tem bons comentários, é importante.
A verdade é que pessoas que para mim sempre pareceram muito profissionais e correctas e trabalhadoras e muitas coisas mais, na verdade são umas deixa andar, mas muito, e mais um bocadinho se for preciso, devagarzinho.
PUNTO E BASTA
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Merry Cupcakes!
Hoje em dia há quem não fale de outra coisa.
"Ah! Já provaste cupcakes? São tão bons! E tão girinhos!"
Eu vou quinzenalmente ao Campo Pequeno, como o meu leitor número um, aquele que vem aqui religiosamente às sextas de manhã, bem sabe; e passamos sempre por aquela banquinha que, embora já tenha tido filas maiores, continua a ter muita saída. Há uns meses, quando apareceram aqui em Portugal os "alegres bolos de copo", aquilo tinha sempre imensa gente, era o hit do momento. Como a afluência era tanta sempre me apeteceu pedir-lhe, entenda-se ao leitor, que me oferecesse um. Mas visto que uma alegria daquelas pequeninas custa apenas 1,95€ (os mais simplezinhos) duvido que alguma vez levasse a minha avante.
Pois aconteceu que um dia destes passei por lá durante a semana e decidi experimentar, perguntei à senhora qual é que me aconselhava e lá comprei um muito bonitinho de chocolate com cobertura de queijo não sei o quê e corações em cima.

Ora, cupcakes, alegres ou não, aquilo é só nome e marca. É moda! É estar em todo o lado. Só pode! A cobertura sabia mal, era doce demais e tinha uma textura estranha. A base do bolo de chocolate (coisa mais universal) era muito forte e fazia espirrar.
A verdade é que estão mesmo em todo lado desde a Moda Lisboa, a um dos filmes mais vistos do ano passado (Sexo e a Cidade 2), passando pelas séries de televisão (infelizmente) mais vistas como os Morangos com Açúcar. Estão efectivamente na moda e são bonitos de se ver.



Mas são queques por amor da santa! Queques com uma cobertura de bradar aos céus de tão "saborosa" e que são vendidos ao preço do ouro!
Eu acuso-me, não gosto!
PUNTO E BASTA
"Ah! Já provaste cupcakes? São tão bons! E tão girinhos!"
Eu vou quinzenalmente ao Campo Pequeno, como o meu leitor número um, aquele que vem aqui religiosamente às sextas de manhã, bem sabe; e passamos sempre por aquela banquinha que, embora já tenha tido filas maiores, continua a ter muita saída. Há uns meses, quando apareceram aqui em Portugal os "alegres bolos de copo", aquilo tinha sempre imensa gente, era o hit do momento. Como a afluência era tanta sempre me apeteceu pedir-lhe, entenda-se ao leitor, que me oferecesse um. Mas visto que uma alegria daquelas pequeninas custa apenas 1,95€ (os mais simplezinhos) duvido que alguma vez levasse a minha avante.
Pois aconteceu que um dia destes passei por lá durante a semana e decidi experimentar, perguntei à senhora qual é que me aconselhava e lá comprei um muito bonitinho de chocolate com cobertura de queijo não sei o quê e corações em cima.

Ora, cupcakes, alegres ou não, aquilo é só nome e marca. É moda! É estar em todo o lado. Só pode! A cobertura sabia mal, era doce demais e tinha uma textura estranha. A base do bolo de chocolate (coisa mais universal) era muito forte e fazia espirrar.
A verdade é que estão mesmo em todo lado desde a Moda Lisboa, a um dos filmes mais vistos do ano passado (Sexo e a Cidade 2), passando pelas séries de televisão (infelizmente) mais vistas como os Morangos com Açúcar. Estão efectivamente na moda e são bonitos de se ver.



Mas são queques por amor da santa! Queques com uma cobertura de bradar aos céus de tão "saborosa" e que são vendidos ao preço do ouro!
Eu acuso-me, não gosto!
PUNTO E BASTA
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Dia de Filme!
Depois de gastar um dinheirão com um disco rígido externo (para ver filmes na televisão) que só funcionava a preto e branco e de passar duas semanas à espera de um substituto que, surpresa!, fazia a mesma coisa; decidi comprar um cabo pela módica quantia de 16€! Ora este fofinho permite-me passar na televisão todo e qualquer filme (home made or not) e na última sexta-feira fez as delicias da criançada.
Ora, vimos o filme Kiss&Kill que traduzido para português dá nem mais nem menos que: Beijos&Balas/O Par Perfeito/Os Assassinos (tudo a ver!). Bem, o filme é interessante. É uma comédia, não se tira nada de útil para a sociedade, mas tem acção e tem o Ashton Kutcher. Ele mesmo!
Fazem bem sextas assim!
PUNTO E BASTA
Ora, vimos o filme Kiss&Kill que traduzido para português dá nem mais nem menos que: Beijos&Balas/O Par Perfeito/Os Assassinos (tudo a ver!). Bem, o filme é interessante. É uma comédia, não se tira nada de útil para a sociedade, mas tem acção e tem o Ashton Kutcher. Ele mesmo!
Fazem bem sextas assim!
PUNTO E BASTA
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Carris 3 - 1 Metro
Um dia gostava de perceber o encanto que o metro causa nas pessoas. Tirando o facto de ser mais regular que os autocarros (0-1), andar de metro é uma seca!
Para onde é que se olha quando se anda de metro? Para o chão? Para o tecto? Para a bonita paisagem que se avista fora da janela? (paredes) Para as outras pessoas?
Pois, é impossível olhar para as outras pessoas sem que elas se sintam feridas na sua intimidade. Às vezes dou por mim perdida nos pensamentos (o que já me valeu umas viagens extra, por ter que voltar para trás) e acordo com um senhor a olhar para mim com cara de "porque é que estás a olhar para mim pá!?". Ora, dependendo da linha em que me encontro e mesmo da hora, isso pode-se tornar desagradável quiçá assustador.
Nos autocarros uma pessoa faz o que? Então, olha para a paisagem! Lisboa tem paisagens tão bonitas. Quando se vai no 42 e passamos pelo aqueduto ou quando passamos naquelas ruas pequeninas. (1-1)
Acho que grande culpa da minha recente queda por sapatos é andar de metro. Como não vou olhar para as pessoas, coisa a que muitas vezes discretamente não resisto, comecei a olhar para os sapatos. Há uns meses, à procura das minhas sandálias de sonho e agora das botas. Os botins estão na moda! Fiquei uma "sapatólica"-dependente. Conclusão: andar de metro sai muito caro! (2-1)
Outra coisa, deslocarmo-nos de metro não significa andar de comboio debaixo da terra, significa: caminhar, caminhar, descer escadas, correr a ver se as portas não se fecham (facultativo), andar de comboio, subir escadas, caminhar, caminhar, caminhar. Eu só não vou para a faculdade de metro porque não quero fazer metade do caminho a pé! Transporte implica haver algo que nos move, alminhas preguiçosas, de um lado para o outro. Porta a porta, como é lema da Carris! Gosto muito! (3-1)
Há a dizer que a Carris não tem uma maior pontuação pelo recente golpe baixo que perfurou profundamente toda a minha admiração. Tiraram o meu 18 e, não menos importante, o 16! Após dois longos anos a nossa relação terminou abruptamente, sem lágrimas mas com ressentimentos.
Dizem que só fizeram isto para integrar as novidades da rede do metro com a rede da Carris. Ao qual eu riposto com uma grande verdade, ninguém é obrigado a ter passe dos dois! Posso escolher só Carris. E agora?
Bem, agora apanho dois autocarros, ando mais um bocadinho mas não tem problema.
Eu voto Carris.
PUNTO E BASTA
Para onde é que se olha quando se anda de metro? Para o chão? Para o tecto? Para a bonita paisagem que se avista fora da janela? (paredes) Para as outras pessoas?
Pois, é impossível olhar para as outras pessoas sem que elas se sintam feridas na sua intimidade. Às vezes dou por mim perdida nos pensamentos (o que já me valeu umas viagens extra, por ter que voltar para trás) e acordo com um senhor a olhar para mim com cara de "porque é que estás a olhar para mim pá!?". Ora, dependendo da linha em que me encontro e mesmo da hora, isso pode-se tornar desagradável quiçá assustador.
Nos autocarros uma pessoa faz o que? Então, olha para a paisagem! Lisboa tem paisagens tão bonitas. Quando se vai no 42 e passamos pelo aqueduto ou quando passamos naquelas ruas pequeninas. (1-1)
Acho que grande culpa da minha recente queda por sapatos é andar de metro. Como não vou olhar para as pessoas, coisa a que muitas vezes discretamente não resisto, comecei a olhar para os sapatos. Há uns meses, à procura das minhas sandálias de sonho e agora das botas. Os botins estão na moda! Fiquei uma "sapatólica"-dependente. Conclusão: andar de metro sai muito caro! (2-1)
Outra coisa, deslocarmo-nos de metro não significa andar de comboio debaixo da terra, significa: caminhar, caminhar, descer escadas, correr a ver se as portas não se fecham (facultativo), andar de comboio, subir escadas, caminhar, caminhar, caminhar. Eu só não vou para a faculdade de metro porque não quero fazer metade do caminho a pé! Transporte implica haver algo que nos move, alminhas preguiçosas, de um lado para o outro. Porta a porta, como é lema da Carris! Gosto muito! (3-1)
Há a dizer que a Carris não tem uma maior pontuação pelo recente golpe baixo que perfurou profundamente toda a minha admiração. Tiraram o meu 18 e, não menos importante, o 16! Após dois longos anos a nossa relação terminou abruptamente, sem lágrimas mas com ressentimentos.
Dizem que só fizeram isto para integrar as novidades da rede do metro com a rede da Carris. Ao qual eu riposto com uma grande verdade, ninguém é obrigado a ter passe dos dois! Posso escolher só Carris. E agora?
Bem, agora apanho dois autocarros, ando mais um bocadinho mas não tem problema.
Eu voto Carris.
PUNTO E BASTA
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