Embora um bocadinho mais cedo do que prometido, já estou de "fim-de-semana"!
O meu "sábado" vai daqui até domingo dia 13. Que bom!
Prognóstico de fim do semestre:
Foi bom, positivo.
Muitos trabalhos, uns pobres injustiçados nas avaliações e outros nem por isso.
Muitas horas na faculdade. Já tenho um lugar cativo na sala 208. Quem quer um lugar assim num estádio quando o pode ter na sala de computadores mais fantástica da FEUNL? E nem se paga! Não entendo esses fanáticos.
O J que teve que me aturar o semestre inteirinho! Mesmas aulas, mesmos grupos de trabalho. Ah ah ah! Tudo isto porque a A decidiu ir de Erasmus e então ficámos os dois. Mas pronto, nós lá nos entendemos. Uma jóia de pessoa aquele rapaz.
Os amigos novos! Há uma coisa boa em termos muitos trabalhos de grupo e também em ter pessoas que vêm de Erasmus para cá. Acho que nunca conheci tanta gente naquela faculdade como neste semestre, foi muito giro.
[Os Erasmus acham que os estudantes portugueses são antipáticos, porque se afastam deles. A ideia é não ter que fazer grupos com pessoas com quem só conseguem comunicar em inglês, muitas vezes inglês fraquinho. Então a Astrid ficou toda contente no dia que falou comigo e disse que ia dizer as amigas que finalmente tinha falado com uma portuguesa. A verdade é que imensas vezes me confundiram com pessoas de Erasmus, até tive um convite para ir ao jogo de Portugal e Espanha e outro para ir conhecer a Baixa. Deve ser do meu inglês fantástico.]
E as 24 Horas de Gestão. Muito importante! Foram dois dias para morrer, mas no final das contas correu muito bem. Ficámos em segundo lugar, quase quase em primeiro (76 pontos em 32700). Mas foi uma grande experiência. Pelo grupo, pelo trabalho em si e pelas pessoas que conhecemos. E pronto, mais dois lindos diplomas para chapar no meu currículo.
E agora?
Bem, agora é importante ir reatar relações com o sofá, que tantas saudades tem de mim e das longas tardes que passamos a ingerir abruptamente séries da Fox Life. Maratona de Mercy, Donas de Casa Desesperadas, Betty Feia, New Adventures of Old Christine, How I Meet Your Mother e, finalizando em beleza, Modern Family. Só não incluindo Anatomia de Grey porque já vi todos os que tinha para ver. Uma tradição a dois (eu e o sofá) que se realiza esporadicamente, uma a três vezes ao ano. Nós merecemos.
Para além disso, vou passear um bocadinho, ler uns livros que já estou há séculos para ler e ver filmes.
Férias!
PUNTO E BASTA
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Já passei a Sistemas, e agora?
Sim! E agora?
19 posts e 349 visualizações de página depois, chegou o fim do semestre e com ele o fim da cadeira de Sistemas. Ora, tecnicamente deixo de ter que religiosamente vir cá todas as quintas, ou sextas, escrever sobre algo ou mesmo por um filme. Isto porque, na prática o professor deixa de passar por aqui nas suas voltas blogosféricas de sábado de manhã.
Se vai continuar a haver blog? Cheira-me que sim.
Se vai mudar de conteúdos? (já que agora não é para nota) Cheira-me que não.
Se o jantar vai ser bife com batatas fritas e, muito importante, ovo a cavalo? Nah! A isso definitivamente não me cheira.
Acho que estas são as perguntas que se impõe perguntar agora. De resto, logo se averiguará.
PUNTO E BASTA
19 posts e 349 visualizações de página depois, chegou o fim do semestre e com ele o fim da cadeira de Sistemas. Ora, tecnicamente deixo de ter que religiosamente vir cá todas as quintas, ou sextas, escrever sobre algo ou mesmo por um filme. Isto porque, na prática o professor deixa de passar por aqui nas suas voltas blogosféricas de sábado de manhã.
Se vai continuar a haver blog? Cheira-me que sim.
Se vai mudar de conteúdos? (já que agora não é para nota) Cheira-me que não.
Se o jantar vai ser bife com batatas fritas e, muito importante, ovo a cavalo? Nah! A isso definitivamente não me cheira.
Acho que estas são as perguntas que se impõe perguntar agora. De resto, logo se averiguará.
PUNTO E BASTA
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Que dia da semana é hoje?
Isto de estar em exames é extremamente baralhativo. Não há fim-de-semana, pois todos os dias são "bons" dias para estudar, e há exames de segunda a sábado. Sei que hoje é dia 14 e chega. Aliás, este mês é assim que se contam os dias: quanto tempo falta até ao próximo?
Bem, o último foi dia 11 e o próximo é dia 26. No entanto, o de dia 26 dá trabalho e segue-se o de dia 29, que também vai ser bonito de se ver. Portanto, vamos estabelecer: mini-férias para mim durante dois dias! Um fim-de-semanazinho. Dia 12 foi "Sábado" e dia 13 foi "Domingo". Hoje (dia 14), pelo andar da carruagem, é "Segunda", feriado, que ainda não mergulhei no fantástico mundo das Instituições Internacionais.
Neste sentido, espero e desespero para que amanhã "Terça", dia 15, não seja também totalmente feriado, o que faria de "Segunda" (14) um dia de tolerância de ponte. Aí as coisas tornar-se-iam um pouco mais dramáticas. No entanto, estaríamos na presença de uma estudante temporariamente feliz.
A partir de "Quarta", dia 16, planeia-se um regresso certo ao estudo afincado, que o Governo é fofinho, mas nem tanto ao ponto de ofertar uma tolerância de ponte de dois dias. Que, para afundar o país, eles preferem dar festas e, assim, gastar mais, do que dar dias aos "trabalhantes", o que diminuiria o próprio do Produto Interno.
Prevê-se, deste modo, que no meu calendário só volte a ser "Sábado", dia 30. Sábado esse que se prolongará até Domingo, 13 de Fevereiro.
Sem mais,
PUNTO E BASTA
Bem, o último foi dia 11 e o próximo é dia 26. No entanto, o de dia 26 dá trabalho e segue-se o de dia 29, que também vai ser bonito de se ver. Portanto, vamos estabelecer: mini-férias para mim durante dois dias! Um fim-de-semanazinho. Dia 12 foi "Sábado" e dia 13 foi "Domingo". Hoje (dia 14), pelo andar da carruagem, é "Segunda", feriado, que ainda não mergulhei no fantástico mundo das Instituições Internacionais.
Neste sentido, espero e desespero para que amanhã "Terça", dia 15, não seja também totalmente feriado, o que faria de "Segunda" (14) um dia de tolerância de ponte. Aí as coisas tornar-se-iam um pouco mais dramáticas. No entanto, estaríamos na presença de uma estudante temporariamente feliz.
A partir de "Quarta", dia 16, planeia-se um regresso certo ao estudo afincado, que o Governo é fofinho, mas nem tanto ao ponto de ofertar uma tolerância de ponte de dois dias. Que, para afundar o país, eles preferem dar festas e, assim, gastar mais, do que dar dias aos "trabalhantes", o que diminuiria o próprio do Produto Interno.
Prevê-se, deste modo, que no meu calendário só volte a ser "Sábado", dia 30. Sábado esse que se prolongará até Domingo, 13 de Fevereiro.
Sem mais,
PUNTO E BASTA
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Como passar uma semana sem narinas funcionais?
É verdade, não há Neo-Sinefrina que me valhe, vou mesmo acabar a semana literalmente de "boca aberta".
Estar constipada até aos dentes tem os seus contras, mas também tem prós.
Então, não dá para respirar pelo nariz, o que desde logo dá imenso jeito para comer, visto que ver-me comer, neste momento, se assemelha a uma experiência no zoo, não dá para fechar a boca, por isso a assistência tem acesso a todo um novo mundo de visões. Para além disso, a comida sabe a nada, a pão sem manteiga, logo até para mim é uma experiência enriquecedora, jogar ao jogo do vamos imaginar que isto tem este ou aquele sabor. Assim, um dia em que eu tenha que comer um alimento que saiba muito mal, mas que tenha mesmo que o comer (jantar com chefes ou potenciais clientes milionários) posso sempre imaginar que é esparguete com bacalhau e grão, por exemplo. Um bom exercício.
Outra coisa interessante é a capacidade zero de cheirar o que quer que seja. Posso usar a mesma camisola quatro dias seguidos, e não estou a dizer que o fiz, e fico contente ao fim desses dias porque não cheiram a nada! Nem a refogado, nem a gente, nem a nada. Não está mau. Outra dia as fitas das minhas calças estavam a arder na braseira e se não fosse a minha mãe, ardia também o resto, porque para mim nunca cheirou a queimado.
Outra coisa é a maneira de falar. Ontem repeti a palavra jumento cerca de 10 vezes, visto que o M. achava muita piada à sonoridade da própria. E havia mais palavras, todo um repertório para fazer rir a assistência, qual espectáculo do Quim Roscas e do Zeca não sei o quê.
Ah! E o amigo Brufen! Como poderia não falar dele. Toma-se o dito, espera-se uma meia horinha e aqui vamos nós. O que eu sei é que fui fazer exame sob o seu efeito e mais não sei. Acho que correu bem, mas na verdade não me lembro bem das perguntas e sei mais ou menos o que respondi. Ir àquele exame foi também uma saga para não me assoar, para não incomodar os meus coleguinhas, o que fez com que o professor achasse que eu estava a copiar, porque estava sempre a pegar silenciosamente no lenço para semi-quase-nada.
É assim que se passa sem narinas funcionais: curte-se o Brufen à grande, vivem-se novas experiências e diverte-se os demais falando com a mola no nariz, sem a mola no nariz. Toda uma nova experiência de sentimentos, cores e sabores, a viver num Inverno perto de Si.
PUNTO E BASTA
Estar constipada até aos dentes tem os seus contras, mas também tem prós.
Então, não dá para respirar pelo nariz, o que desde logo dá imenso jeito para comer, visto que ver-me comer, neste momento, se assemelha a uma experiência no zoo, não dá para fechar a boca, por isso a assistência tem acesso a todo um novo mundo de visões. Para além disso, a comida sabe a nada, a pão sem manteiga, logo até para mim é uma experiência enriquecedora, jogar ao jogo do vamos imaginar que isto tem este ou aquele sabor. Assim, um dia em que eu tenha que comer um alimento que saiba muito mal, mas que tenha mesmo que o comer (jantar com chefes ou potenciais clientes milionários) posso sempre imaginar que é esparguete com bacalhau e grão, por exemplo. Um bom exercício.
Outra coisa interessante é a capacidade zero de cheirar o que quer que seja. Posso usar a mesma camisola quatro dias seguidos, e não estou a dizer que o fiz, e fico contente ao fim desses dias porque não cheiram a nada! Nem a refogado, nem a gente, nem a nada. Não está mau. Outra dia as fitas das minhas calças estavam a arder na braseira e se não fosse a minha mãe, ardia também o resto, porque para mim nunca cheirou a queimado.
Outra coisa é a maneira de falar. Ontem repeti a palavra jumento cerca de 10 vezes, visto que o M. achava muita piada à sonoridade da própria. E havia mais palavras, todo um repertório para fazer rir a assistência, qual espectáculo do Quim Roscas e do Zeca não sei o quê.
Ah! E o amigo Brufen! Como poderia não falar dele. Toma-se o dito, espera-se uma meia horinha e aqui vamos nós. O que eu sei é que fui fazer exame sob o seu efeito e mais não sei. Acho que correu bem, mas na verdade não me lembro bem das perguntas e sei mais ou menos o que respondi. Ir àquele exame foi também uma saga para não me assoar, para não incomodar os meus coleguinhas, o que fez com que o professor achasse que eu estava a copiar, porque estava sempre a pegar silenciosamente no lenço para semi-quase-nada.
É assim que se passa sem narinas funcionais: curte-se o Brufen à grande, vivem-se novas experiências e diverte-se os demais falando com a mola no nariz, sem a mola no nariz. Toda uma nova experiência de sentimentos, cores e sabores, a viver num Inverno perto de Si.
PUNTO E BASTA
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